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quinta-feira
terça-feira
Nuno Santos, director de programas da RTP
O até agora subdirector de programas da RTP, Nuno Santos, foi nomeado director de conteúdos da estação, substituindo no cargo Luís Andrade que cessa funções por razões pessoais, anunciou hoje um dos administradores da empresa.
A nomeação de Nuno Santos terá dado entrada no final de segunda-feira na Alta Autoridade para a Comunicação Social, para emissão de parecer, acrescentou o responsável em conferência de imprensa realizada na estação pública de televisão, em Lisboa, segundo a jornalista Susana Simas da Agência Lusa.
De acordo com o administrador Luís Marques, a decisão de Luís Andrade de abandonar o cargo foi de "foro pessoal", sendo que o director de programas cessante manter-se-á na RTP a trabalhar em conjunto com a administração até à sua reforma.
Muito emocionado, Luís Andrade confirmou considerar ter "chegado o momento" de sair, sublinhando terminar a sua "missão com muito orgulho e com sentido de dever cumprido".
Por seu lado, Nuno Santos referiu que este é um sinal de continuidade da direcção de programas, remetendo para mais tarde informação detalhada sobre a composição da sua equipa.
A nomeação de Nuno Santos terá dado entrada no final de segunda-feira na Alta Autoridade para a Comunicação Social, para emissão de parecer, acrescentou o responsável em conferência de imprensa realizada na estação pública de televisão, em Lisboa, segundo a jornalista Susana Simas da Agência Lusa.
De acordo com o administrador Luís Marques, a decisão de Luís Andrade de abandonar o cargo foi de "foro pessoal", sendo que o director de programas cessante manter-se-á na RTP a trabalhar em conjunto com a administração até à sua reforma.
Muito emocionado, Luís Andrade confirmou considerar ter "chegado o momento" de sair, sublinhando terminar a sua "missão com muito orgulho e com sentido de dever cumprido".
Por seu lado, Nuno Santos referiu que este é um sinal de continuidade da direcção de programas, remetendo para mais tarde informação detalhada sobre a composição da sua equipa.
segunda-feira
Novos profissionais no Quem.TV
Foi actualizado no directório Quem.TV o CV de Ana Cotrim (jornalista, relações públicas) e adicionados os Curriculum Vitæ de Conceição Pires, Rafael Santos (repórter de imagem) e Miguel Martinho (cenógrafo). Todos eles estão acessíveis em www.quem.tv
terça-feira
SIC apoia o cinema português
A longa-metragem Sorte Nula de Fernando Fragata, financiada em regime de co-produção pela SIC, foi o filme português mais visto em 2004. Até final de Dezembro, o filme fora já visto por mais de 50 mil espectadores. Com os números de Janeiro, Sorte Nula passa a ser, igualmente, o filme português com mais espectadores desde 2002.
Desde a sua estreia, a 9 de Dezembro de 2004, mais de 65 mil espectadores assistiram a esta comédia de acção protagonizada por Helder Mendes, António Feio, Rui Unas, Bruno Nogueira, Adelaide de Sousa.
Os 65 mil espectadores que até agora viram Sorte Nula são tão mais relevantes quanto se deve ter em conta que o investimento da SIC foi, através do financiamento directo e dos custos de promoção em antena, de cerca de 550 mil euros, o que atesta um elevado ratio de eficácia esmagadoramente superior ao dos investimentos feitos no restante cinema nacional. Para se ter apenas uma ideia, em 2003 as verbas canalizadas pelo Estado para o cinema português foram de 18 milhões de euros, tendo os filmes resultantes desse investimento obtido cerca de 200 mil espectadores. Para cada espectador de Sorte Nula o custo dispendido pela SIC foi de 8,46 Euros, enquanto que para cada espectador dos filmes de 2003 o custo dispendido pelo erário público foi de 90 Euros, ou seja, dez vezes mais.
A SIC continuará em 2005 o seu apoio ao cinema português. O primeiro filme a ser lançado será Um Tiro no Escuro, realizado por Leonel Vieira, com produção da MGN.
Desde a sua estreia, a 9 de Dezembro de 2004, mais de 65 mil espectadores assistiram a esta comédia de acção protagonizada por Helder Mendes, António Feio, Rui Unas, Bruno Nogueira, Adelaide de Sousa.
Os 65 mil espectadores que até agora viram Sorte Nula são tão mais relevantes quanto se deve ter em conta que o investimento da SIC foi, através do financiamento directo e dos custos de promoção em antena, de cerca de 550 mil euros, o que atesta um elevado ratio de eficácia esmagadoramente superior ao dos investimentos feitos no restante cinema nacional. Para se ter apenas uma ideia, em 2003 as verbas canalizadas pelo Estado para o cinema português foram de 18 milhões de euros, tendo os filmes resultantes desse investimento obtido cerca de 200 mil espectadores. Para cada espectador de Sorte Nula o custo dispendido pela SIC foi de 8,46 Euros, enquanto que para cada espectador dos filmes de 2003 o custo dispendido pelo erário público foi de 90 Euros, ou seja, dez vezes mais.
A SIC continuará em 2005 o seu apoio ao cinema português. O primeiro filme a ser lançado será Um Tiro no Escuro, realizado por Leonel Vieira, com produção da MGN.
segunda-feira
Quem disse que não se pode dizer poesia
Quem disse que não se pode dizer poesia em primetime e ter audiência e até vencer, nesse instante, a concorrência não viu Jorge Nuno Pinto da Costa no HermanSIC.
sexta-feira
Índice take a look®
A revista Meio.TV orgulha-se de apresentar o Índice take a look®. O posicionamento e a oferta em antena das empresas que produzem televisão encontra-se agora reunido numa tabela hipertexto, editada em inglês, para chegar a um público profissional mais vasto e interessado em Portugal.
O mercado de produção televisiva de entretenimento não-ficcionado deu sinais de crescimento no arranque do ano, em todos os canais, à excepção da TVI. O final da Quinta das Celebridades permite que novos produtos sejam transmitidos em horário nobre pela concorrência. A SIC e a RTP prepararam-se para, na janela de tempo que se segue, apresentar novas propostas de criatividade nacional antes do regresso do rurality show no segundo trimestre.
Estas são algumas das tendências na forma como se faz televisão que o Índice take a look®, acessível em www.takealook.tv, vai permitir observar.
Já sabemos as conclusões e vamos analisar as consequências. Entre os canais generalistas, a TVI ganhou no primetime em 2004, a SIC continua a ganhar o dia em 2004 mas com menor margem face a 2003. A RTP 1 foi a estação que mais pontos percentuais cresceu. O interesse dos portugueses tem vindo a repartir-se pelos três operadores que, forçados pelo mercado, não se vão limitar às múltiplas repetições na programação. A antevisão é de um maior investimento em produções externas em 2005.
Existem mais de 50 produtoras independentes com actividade em Portugal e menos de metade têm novos programas em antena neste mês de Janeiro. As grelhas de todos os canais portugueses, temáticos incluídos, vão fomentar o crescimento. Na distribuição por cabo aguardam-se novos canais da TVI e, dos existentes da SIC, espera-se menos enlatados estrangeiros e mais aposta em programas de cá, a baixo custo é certo, mas feitos em Portugal.
As produtoras têm de se renovar. Haverá excesso de empresas na área e excassez de oferta, faltam propostas, procura-se ideias viáveis e os projectos em carteira não avançam - «é o sintoma da crise», dizem alguns. Nem todas as produtoras têm trabalho, a maior parte já não produz para televisão há muito tempo e só as mais dinâmicas vão sobreviver. A tecnologia, com a edição digital, permite trabalhar com custos de produção muito inferiores e alcançar competitividade empresarial e ganhar dimensão neste pequeno mercado que se quer grande.
Votos que 2005 seja o melhor ano de sempre e com muito trabalho!
O mercado de produção televisiva de entretenimento não-ficcionado deu sinais de crescimento no arranque do ano, em todos os canais, à excepção da TVI. O final da Quinta das Celebridades permite que novos produtos sejam transmitidos em horário nobre pela concorrência. A SIC e a RTP prepararam-se para, na janela de tempo que se segue, apresentar novas propostas de criatividade nacional antes do regresso do rurality show no segundo trimestre.
Estas são algumas das tendências na forma como se faz televisão que o Índice take a look®, acessível em www.takealook.tv, vai permitir observar.
Já sabemos as conclusões e vamos analisar as consequências. Entre os canais generalistas, a TVI ganhou no primetime em 2004, a SIC continua a ganhar o dia em 2004 mas com menor margem face a 2003. A RTP 1 foi a estação que mais pontos percentuais cresceu. O interesse dos portugueses tem vindo a repartir-se pelos três operadores que, forçados pelo mercado, não se vão limitar às múltiplas repetições na programação. A antevisão é de um maior investimento em produções externas em 2005.
Existem mais de 50 produtoras independentes com actividade em Portugal e menos de metade têm novos programas em antena neste mês de Janeiro. As grelhas de todos os canais portugueses, temáticos incluídos, vão fomentar o crescimento. Na distribuição por cabo aguardam-se novos canais da TVI e, dos existentes da SIC, espera-se menos enlatados estrangeiros e mais aposta em programas de cá, a baixo custo é certo, mas feitos em Portugal.
As produtoras têm de se renovar. Haverá excesso de empresas na área e excassez de oferta, faltam propostas, procura-se ideias viáveis e os projectos em carteira não avançam - «é o sintoma da crise», dizem alguns. Nem todas as produtoras têm trabalho, a maior parte já não produz para televisão há muito tempo e só as mais dinâmicas vão sobreviver. A tecnologia, com a edição digital, permite trabalhar com custos de produção muito inferiores e alcançar competitividade empresarial e ganhar dimensão neste pequeno mercado que se quer grande.
Votos que 2005 seja o melhor ano de sempre e com muito trabalho!
José Machado
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