A longa-metragem Sorte Nula de Fernando Fragata, financiada em regime de co-produção pela SIC, foi o filme português mais visto em 2004. Até final de Dezembro, o filme fora já visto por mais de 50 mil espectadores. Com os números de Janeiro, Sorte Nula passa a ser, igualmente, o filme português com mais espectadores desde 2002.
Desde a sua estreia, a 9 de Dezembro de 2004, mais de 65 mil espectadores assistiram a esta comédia de acção protagonizada por Helder Mendes, António Feio, Rui Unas, Bruno Nogueira, Adelaide de Sousa.
Os 65 mil espectadores que até agora viram Sorte Nula são tão mais relevantes quanto se deve ter em conta que o investimento da SIC foi, através do financiamento directo e dos custos de promoção em antena, de cerca de 550 mil euros, o que atesta um elevado ratio de eficácia esmagadoramente superior ao dos investimentos feitos no restante cinema nacional. Para se ter apenas uma ideia, em 2003 as verbas canalizadas pelo Estado para o cinema português foram de 18 milhões de euros, tendo os filmes resultantes desse investimento obtido cerca de 200 mil espectadores. Para cada espectador de Sorte Nula o custo dispendido pela SIC foi de 8,46 Euros, enquanto que para cada espectador dos filmes de 2003 o custo dispendido pelo erário público foi de 90 Euros, ou seja, dez vezes mais.
A SIC continuará em 2005 o seu apoio ao cinema português. O primeiro filme a ser lançado será Um Tiro no Escuro, realizado por Leonel Vieira, com produção da MGN.
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